The Twilight Saga: New Moon [EUA, Romance, 2h01m, 2009]Direção de Chris Weitz
Roteiro de Melissa Rosenberg, baseado em livro de Stephenie Meyer
Produzido por Summit Entertainment
Distribuído no Brasil pela Paris Filmes
No elenco Kristen Stewart (Isabella "Bella" Swan), Robert Pattinson (Edward Cullen), Taylor Lautner (Jacob Black), Dakota Fanning (Jane) e Michael Sheen (Aro)
Com exceção da mãe de Bella (que é apenas mencionada) todos os personagens do filme anterior (“Crepúsculo”) estão de volta. O mesmo valendo para o elenco, pois não houve alteração de nenhum ator/atriz, e sim inclusão com a entrada de novos personagens. O mesmo não pode ser dito em relação ao comando do filme. Saiu Catherine Hardwicke (“Aos Treze”) e entrou Chriz Weitz (“American Pie”, “Um Grande Garoto” e “A Bússola de Ouro”). Nesta primeira seqüência (a segunda “Eclipse” foi gravada simultaneamente) Bella fará novas descobertas (a existência de lobisomens, dos Volturi – uma espécie de realeza vampírica) e enfrentará velhos problemas (a ameaça de Victoria, as dificuldades em manter seu namoro).
Assim como em “Crepúsculo”, “Lua Nova”, dedica boa parte do seu tempo em desenvolver uma amizade/amor. Desta vez entre ela e seu colega de infância Jacob. Já que Edward só aparece mesmo em “carne e osso” no início e na “parte final” do filme. No restante, ele aparecerá apenas através de sonhos/pesadelos ou em forma de vulto. Isso porque os Cullens tiveram de mudar de cidade (já estão ali há 10 anos, e o fato de não envelhecerem os forçam a sempre se mudarem), e Edward decide não levar Bella consigo (imaginando que assim a estaria protegendo, ainda que ela continue querendo se transformar numa “igual”, idéia refutada por ele com todas as forças).
Desta vez a um pouco mais de ação (luta entre lobisomens, entre vampiros, e entre lobisomens e vampiro) e humor, assim como também de efeitos visuais com a presença dos lobisomens em cena. O filme com isso é levemente melhor do que o anterior. Pena que o vampiro de Pattinson seja tão meloso, tão melancólico. Seus diálogos extremamente açucarados são difíceis de agüentar. Assim como vê-lo correr em câmera lenta na floresta (na visão de Bella transformada), revela o quão bichona ele aparenta ser! Falta masculinidade ao personagem. Culpa dele, do roteiro, da direção, do livro? Não sei dizer, mas é fato que incomoda e muito o público masculino!
O terceiro capítulo promete o confronto real entre vampiros e lobisomens (com a possível quebra da aliança de paz entre eles). E não tenham dúvidas que estarei torcendo pela vitória de Jacob.
O que os críticos falaram?
Rubens Ewald Filho (R7)
Luiz Carlos Merten (Estadão)
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